PLANO DE TRABALHO DO CENTRO

ESPIRITA RAMATIS. 2017 – 2010

APRESENTAÇÃO

O primeiro “Plano de Trabalho para o Movimento Espírita da casa Ramatis (20017-2020)”, aprovado pelo Conselho Fiscal em reunião com todos sua Diretoria, teve sua implementação e desdobramentos efetivados de todos os componentes presentes.

Reunião do Conselho Fiscal do (GER), no  dia 07 de Outubro de 2017, em Lages, SC.

Levando em consideração a sua importância, na Reunião Ordinária do 0014/2017GER de 2017, aprovou-se que deveria ser elaborado um “Plano de Trabalho” para o período de 2017 a 2020, com base em avaliações e sugestões a serem captadas nas Reuniões das Comissões do Grupo Espirita Ramatis (GER) em 2017.

A Comissão Executiva do Conselho Fiscal e o de Assuntos internos do GER analisou o projeto e suas  contribuições recebidas nas Reuniões das Comissões realizada nesta  neste Centro Espirita de 2017, e a proposta do “Plano de Trabalho” foi submetida para apreciação e aprovada pelo Pela maioria presente da devida Reunião Ordinária do mesmo ano.

Neste “Plano de Trabalho” estão definidos as diretrizes, os objetivos e as sugestões de projetos para a sua execução. Sua duração está programada para três anos, de 2017 a 20120. Nesse período, o seu desenvolvimento deverá ser acompanhado pelo Conselho  Fiscal e Conselho Interno, nas suas Reuniões Ordinárias e nas reuniões das Comissões, quando deverá ser avaliado algumas ocorrência que mereça ser analisada.

FUNDAMENTAÇÃO DOUTRINÁRIA

O “Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Ramatis (2017- 2020)” utiliza o referencial doutrinário contido nas obras da Codificação Espírita.

O Movimento Espírita tem por finalidade promover e realizar o estudo, a divulgação e a prática da Doutrina Espírita, colocando-a ao alcance e a serviço de todos os seres humanos, cumprindo, assim, a sua missão, que é a de “instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade”. (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. 92. ed. 2. reimp. FEB, 2012. Prolegômenos.)

 

Missão dos espíritas:

 

“Ide, pois, e levai a palavra divina: aos grandes que a desprezarão, aos eruditos que exigirão provas, aos pequenos e simples que a aceitarão; porque, principalmente entre os mártires do trabalho, desta provação terrena, encontrareis fervor e fé”. […]

Arme-se a vossa falange de decisão e coragem! Mãos à obra! O arado está pronto; a terra espera; arai!

Ide e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que Ele vos confiou; mas, atenção! entre os chamados para o

Visão de futuro:

  1. O Espiritismo se tornará crença comum, ou ficará sendo partilhado, como crença, apenas por algumas pessoas?
  2. “Certamente que se tornará crença geral e marcará nova era na história da humanidade, porque está na natureza e chegou o tempo em que ocupará lugar entre os conhecimentos humanos. Terá, no entanto, que sustentar grandes lutas, mais contra o interesse, do que contra a convicção, porquanto não há como dissimular a existência de pessoas interessadas em combatê-lo, umas por amor-próprio, outras por causas inteiramente materiais. Porém, como virão a ficar insulados, seus contraditores se sentirão forçados a pensar como os demais, sob pena de se tornarem ridículos.” (KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. 92. ed. 2. reimp. FEB, 2012. q. 798.)

“Com uma organização social criteriosa e previdente, ao homem só por culpa sua pode faltar o necessário”.

Porém, suas próprias faltas são frequentemente resultado do meio onde se acha colocado. Quando “praticar a lei de Deus, terá uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade e ele próprio também será melhor.”  (Op. cit. Nota de Allan Kardec à questão 930.)

 

Fundamentação para a ação:

“[…] Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos.” (Op. cit. q. 774.)

“O Espiritismo é o mais terrível antagonista do materialismo. […]” (Op. cit. Conclusão, it. II.)

“O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.

[…]” (KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. 130. ed. 2. reimp. FEB, 2012. cap. XVII, it. 3.)

“[…] Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para suas inclinações más.” (Op. cit. cap. XVII, it. 4.)

  1. “– Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho?
  2. Reconhecê-los-eis pelos princípios da verdadeira caridade que eles ensinarão e praticarão. Reconhecê-los-eis pelo número de aflitos a que levem consolo; reconhecê-los-eis pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal; reconhecê-los-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei, esses são os escolhidos e Ele lhes dará a vitória […].” (Op. cit. cap. XX, it. 4.)

“Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da Humanidade.

Ditosos serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor, com desinteresse e sem outro móvel, senão a caridade! Seus dias de trabalho serão pagos pelo cêntuplo do que tiverem esperado. Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: ‘Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra’, porquanto o Senhor lhes dirá: ‘Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!’ […]” – O Espírito de Verdade. (Op. cit. cap. XX, it. 5.)

“[…] Esses grupos, correspondendo-se entre si, visitando-se, permutando observações, podem, desde já, formar o núcleo da grande família espírita, que um dia consorciará todas as opiniões e unirá os homens por um único sentimento: o da fraternidade, trazendo o cunho da caridade cristã.” (KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. 80. ed. 4. reimp. FEB, 2012. pt. 2, cap. XXIX, it. 334.)

“[…] o que caracteriza a revelação espírita é o ser divina a sua origem e da iniciativa dos Espíritos, sendo a sua elaboração fruto do trabalho do homem.” (KARDEC, Allan. A gênese. 52. ed. 5. reimp. FEB, 2012. cap. I, it. 13.)

 

 

 

 

ELEMENTOS DO PLANO DE TRABALHO

Com base na análise do Movimento do GER, em seu momento atual, propõe-se este Plano de Trabalho, para o quinquênio  2017 a 2020, composto dos seguintes elementos:

  1. Diretrizes de ação

Definem as prioridades institucionais de caráter geral e abrangente. (Estatuto)

  1. Objetivos

Estabelecem o que o Movimento Espírita deve alcançar ao longo do período proposto.

  1. Ações e Projetos

Propõem as atividades operacionais para a execução do Plano de Trabalho.

As ações e projetos poderão ser realizados pelas instituições espíritas do Ramatis – especialmente as Entidades como doações de forma voluntárias.

Federativas Estaduais, os Órgãos de Unificação e as Áreas das Comissões do GER, de conformidade com as suas finalidades e no seu âmbito de ação, com o apoio da totalidades de seus sócios, e ter o seu desenvolvimento acompanhado nas Reuniões do Conselho Fiscal e nas de suas Comissões do Conselho Fiscal Interno..

Recomenda-se estimular a apresentação e o estudo deste Plano de Trabalho em todas as reuniões do GER na instituição espírita.

  1. Avaliação

Presta-se à operacionalização de ações de acompanhamento e avaliação do Plano de Trabalho.

DIRETRIZES DE AÇÃO

Considerando-se que o Movimento Espírita tem por missão promover e realizar o estudo, a divulgação e a prática da Doutrina Espírita, recomenda-se que suas atividades sejam desenvolvidas dentro das seguintes

DIRETRIZES DE AÇÃO:

1 – A DIFUSÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA;

2 – A PRESERVAÇÃO DA UNIDADE DE PRINCÍPIOS DA DOUTRINA ESPÍRITA;

3 – A COMUNICAÇÃO SOCIAL ESPÍRITA;

4 – A ADEQUAÇÃO DOS CENTROS ESPÍRITAS PARA O ATENDIMENTO DE SUAS FINALIDADES;

5 – A UNIÃO DOS ESPÍRITAS E A UNIFICAÇÃO DO MOVIMENTO ESPÍRITA;

6 – A CAPACITAÇÃO DO TRABALHADOR ESPÍRITA;

 

DESENVOLVIMENTO

Diretriz 1

A DIFUSÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA

Objetivo

  • Difundir a Doutrina Espírita, pelo seu estudo, divulgação e prática, colocando-a ao alcance e a serviço de todas as pessoas, indistintamente, independentemente de sua condição social, cultural, econômica ou faixa etária.

Justificativas

  • A Doutrina Espírita esclarece o ser humano sobre quem é, de onde vem, para onde vai e qual o sentido de sua existência na Terra.
  • É o antídoto natural para os problemas do homem, esclarecendo-o e consolando-o em suas necessidades. Ações e Projetos

(Sugestões para as atividades das instituições espíritas)

Realização de amplo trabalho voltado:

  • ao estudo da Doutrina Espírita;
  • à difusão dos seus ensinos;
  • ao aprimoramento do trabalho de atendimento às pessoas que buscam, nos centros espíritas, acolhimento, consolo, esclarecimento e orientação, de forma integrada, numa ação conjunta entre todas as áreas de trabalho;
  • à promoção da Arte como uma manifestação cultural dos espíritas, que se propõem a aliar os princípios e os valores éticos e morais do Espiritismo às manifestações artísticas em geral, por meio da arte-educação, a serviço do bem e do belo.

Diretriz 2

A PRESERVAÇÃO DA UNIDADE DE PRINCÍPIOS DA DOUTRINA ESPÍRITA

Objetivo

  • Desenvolver todas as atividades espíritas com base nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, assegurando a unidade desses princípios em todos os trabalhos realizados e divulgados como atividades espíritas.

Justificativas

  • Allan Kardec empregou as palavras Doutrina Espírita e Espiritismo para definir o conjunto de ensinamentos que os Espíritos superiores revelaram, o qual está contido nas suas obras básicas, que constituem a Codificação Espírita. (O livro dos espíritos. FEB. Introdução, it. I.) Desta forma, somente poderão ser designados como “espírita” e identificados como “Doutrina Espírita” ou “Espiritismo” os conceitos, as atividades e as realizações que sejam compatíveis com os princípios doutrinários contidos nas referidas obras.
  • No mundo, sempre ocorreram e continuarão ocorrendo fatos e atividades mediúnicas, que envolvem a comunicação e o relacionamento com os Espíritos. Atividade mediúnica espírita, todavia, é somente aquela exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.

 

Ações e Projetos

(Sugestões para as atividades das instituições espíritas)

  • Realização de campanhas de esclarecimento sobre o que é Espiritismo.
  • Ampla divulgação do folheto Conheça o Espiritismo, analisado e aprovado pelo Conselho Fiscal.
  • Promoção e realização do estudo metódico, constante e sistematizado da Doutrina Espírita.
  • Promoção e realização de cursos, encontros, seminários e oficinas de trabalho, voltados ao esclarecimento sobre a Doutrina Espírita.

Diretriz 3

A COMUNICAÇÃO SOCIAL ESPÍRITA

Objetivos

  • Contribuir para o aprimoramento do processo de comunicação nas instituições espíritas, considerando que a comunicação, como ato natural e humano, permeia todas as atividades internas e facilita os relacionamentos individuais e coletivos.
  • Promover a difusão da Doutrina Espírita, de forma planejada e contínua, com base nos princípios doutrinários, direcionando a mensagem aos diferentes públicos, conforme as faixas etárias, os níveis culturais, sociais e econômicos, e selecionar os meios de comunicação lícitos e compatíveis com a ética preconizada pela Doutrina Espírita.

Justificativas

  • A comunicação é fator fundamental no relacionamento humano, que se estabelece dentro das instituições espíritas e deve ser aprimorada, gradativamente, para a preservação do diálogo fraternal entre os colaboradores e, sobretudo, da interatividade com os diferentes segmentos de público presentes na Instituição.
  • Os princípios da Doutrina Espírita devem ter a maior visibilidade possível, por meio da Mídia adequada, de modo a facilitar o acesso da mensagem do Espiritismo a todas as pessoas, para que ele se torne mais conhecido e compreendido.
  • A difusão adequadamente planejada proporciona o correto conhecimento da Doutrina Espírita e beneficia a todos que se propõem aprofundar no seu estudo. • A Comunicação Social Espírita bem orientada, seja na relação interpessoal nas instituições espíritas, seja na relação com o grande público externo, preserva a imagem (positiva) da Instituição que dela faz uso e, consequentemente, contribui para o fortalecimento e a estabilidade da imagem pública do próprio Movimento Espírita como um todo.

Ações e Projetos

(Sugestões para as atividades das instituições espíritas)

  • Realização de Oficinas de comunicação para os trabalhadores da Instituição, visando ao aprimoramento da comunicação interpessoal e coletiva.
  • Promoção de cursos regulares de expositores da Doutrina Espírita, nos quais a teoria se alie à prática de falar em público, com conteúdo, técnica e simpatia.
  • Intensificação da difusão do livro em várias modalidades (livraria, biblioteca, etc.), como instrumento básico da divulgação do ensino espírita.
  • Ampliação e fortalecimento da divulgação da Doutrina Espírita pela Mídia (televisão, Internet, rádio, jornal, revista. Vide Manual de comunicação social espírita. FEB, 2011).
  • Realização de encontros, seminários e outras formas pedagógicas de estudo, visando à atualização do conhecimento dos trabalhadores em relação às inovações constantes (Tecnológicas, Legislação, Direitos Autorais etc.) no campo da Comunicação Social.

Diretriz 4

A ADEQUAÇÃO DOS CENTRO ESPÍRITA PARA ATENDIMENTO DE SUA FINALIDADE

Objetivo

  • Adequar os centros espíritas para a realização do seu trabalho de estudo, difusão e prática da Doutrina Espírita, desdobrado nas atividades doutrinárias, assistenciais, administrativas e de unificação.

Justificativas

  • O centro espírita é núcleos de estudo, de oração e de trabalho; É escola de formação espiritual e moral; são postos de atendimento fraternal a todos os necessitados; são oficinas de solidariedade; É a casa onde toda a família se reúne; são recantos de paz; são as unidades fundamentais do Movimento Espírita.

Diretriz 5

A UNIÃO DOS ESPÍRITAS E A UNIFICAÇÃO DO MOVIMENTO

Objetivos

  • Desenvolver o trabalho de união dos espíritas e dos centros espíritas, assim como o de unificação do Movimento Espírita, como natural vivência dos ensinos espíritas e como atividade indispensável ao fortalecimento, à ampliação e ao aprimoramento da ação do Movimento Espírita em todas as suas realizações.
  • Promover e realizar atividades que possibilitem a troca de informações e de experiências, a ajuda recíproca e o trabalho conjunto entre os centros espíritas.
  • Promover e realizar atividades que possibilitem a troca de informações e de experiências, a ajuda recíproca e o trabalho em conjunto entre os Órgãos de Unificação, assim como entre as Entidades Especializadas.
  • Estimular o estudo interpretativo do Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita.

                   Justificativas

  • “[…] ‘Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra’.” – O Espírito de Verdade. (KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. 130. ed. 3. reimp. FEB, 2012. cap. XX, it. 5.)
  • “O serviço da unificação em nossas fileiras é urgente […] porque define objetivo a que devemos todos visar; mas não apressado, porquanto não nos compete violentar consciência alguma.” (Mensagem Unificação, pelo Espírito Bezerra de Menezes ao médium Francisco C. Xavier. Publicada em Reformador, ano 93, n.
  • “Não vos conclamamos à inércia, ao parasitismo, à aceitação tácita, sem a discussão ou o exame das informações.

Convidamo-vos à verdadeira dinâmica do amor.” – Bezerra de Menezes. (Unificação paulatina, união imediata, trabalho incessante. Mensagem psicofônica, recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, em 20/4/1975. Publicada em Reformador, ano 94, n. 1.763, p. 19(43), fev. 1976.)

  • “Recordemos, na palavra de Jesus, que ‘a casa dividida rui’; todavia ninguém pode arrebentar um feixe de varas que se agregam numa união de forças.” – Bezerra de Menezes. (Op. cit.)
  • O desenvolvimento do Movimento Espírita consolida-se com diretrizes que assegurem a união no trabalho e a unidade de princípios doutrinários.
  • O trabalho do Movimento Espírita consolida-se, também, com os hábitos adquiridos na permuta de informações e esclarecimentos, na prática do diálogo e do convívio fraterno, na ajuda recíproca e, acima de tudo, na união de esforços com vistas à realização do claro objetivo de estudar, divulgar e praticar a Doutrina Espírita.

Ações e Projetos

(Sugestões para as atividades das instituições espíritas)

  • Promoção e realização de amplo trabalho para tornar bem conhecidos, a todos os centros espíritas, os textos que, dentro dos princípios espíritas, colaboram na execução de suas atividades, tais como: Orientação ao centro espírita; Conheça o espiritismo; Divulgue o espiritismo; Diretrizes da dinamização das atividades espíritas – Orientação aos órgãos de unificação.
  • Difusão ampla de programas de apoio às atividades dos centros espíritas, tais como: os de Atendimento Espiritual, em especial da vivência do Evangelho na família. “O Evangelho no Lar e no Coração”; de Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita; de Estudo, Educação e Prática da Mediunidade; de Infância e Juventude; do Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita.

 Promoção e realização de cursos, encontros, seminários e oficinas de trabalho, voltados à capacitação e ao aprimoramento dos trabalhadores espíritas sobre as atividades de unificação.

  • Promoção e realização de visitas aos centros espíritas, levando o apoio fraternal de que possam eventualmente necessitar.
  • Estímulo ao desenvolvimento de ações, pelos Órgãos de Unificação, que contemplem o registro e a memória do Movimento Espírita.

 

 

Diretriz 6

A CAPACITAÇÃO DO TRABALHADOR ESPÍRITA

Objetivos

  • Assegurar permanente capacitação dos trabalhadores espíritas para a gestão do Centro Espírita.
  • Assegurar permanente capacitação dos trabalhadores espíritas para todas as atividades doutrinárias, assistenciais, administrativas e de unificação.
  • Assegurar permanente capacitação dos trabalhadores espíritas para acolher, consolar, esclarecer, orientar e integrar as pessoas que chegam ao Centro Espírita, atendendo-as em suas necessidades espirituais, morais e materiais.
  • Estimular o relacionamento intra e interpessoal dos trabalhadores do Centro Espírita, buscando seu bem-estar e a convivência fraterna indispensável à execução das tarefas.

Justificativas

  • Para desenvolver adequadamente suas atividades, o Centro Espírita necessita de equipe de gestão preparada.
  • Para desenvolver com segurança suas ações, os trabalhadores do Centro Espírita necessitam de conhecimentos doutrinário e específico das áreas em que atuam.
  • Cabe aos trabalhadores espíritas acolher, consolar, esclarecer, orientar e integrar fraternalmente as pessoas que chegam e que frequentam o Centro Espírita.
  • Cabe aos trabalhadores do Centro Espírita colocar em prática o ensino de Jesus: “Todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”. (João, 13:35.)

Ações e Projetos

(Sugestões para as atividades das instituições espíritas)

  • Promoção e realização de ações de capacitação de trabalhadores espíritas, tomando por base as obras da Codificação Espírita. Adequação do Centro.

Espírita para o melhor atendimento de suas finalidades; Orientação ao Centro Espírita; Diretrizes da Dinamização das Atividades Espíritas – Orientação aos Órgãos de Unificação; Conheça o espiritismo e Divulgue o espiritismo.

  • Promoção e realização de cursos, encontros, seminários e oficinas de trabalho, voltados à capacitação do trabalhador espírita em todas as suas atividades.
  • Promoção e realização de cursos, encontros e seminários voltados às relações interpessoais e ao acolhimento, consolo, esclarecimento, orientação e integração entre os trabalhadores e entre eles e as pessoas que frequentam o Centro Espírita.
  • Promoção e realização de cursos, encontros, seminários e oficinas de trabalho, voltados à capacitação do dirigente espírita, para construção de ações estratégicas, visando atingir os objetivos institucionais.

• Promoção e realização de cursos, encontros, seminários e oficinas de trabalho, voltados à capacitação do dirigente espírita, para excelência na gestão adminis